Oi gente! Nesse domingo e segunda-feira, dias 15 e 16 de Agosto, estive em São Paulo para a segunda etapa de seleção de Cast Members do Disney ICP 2011/2012. Fiquei na casa da minha tia, e foi uma experiência nova e muito legal pra mim. Ter que me virar sozinho na grande metrópole, ter que pegar taxi, naquele trânsito infernal (apesar de que estava tudo muito tranquilo). Mas foi bom, já vou me acostumando pra quando for pra Disney, não é verdade?
Enfim, foram dois dias. O primeiro, de palestra, o segundo, de entrevista.
Então vou começar pelo primeiro dia:
A Palestra
Vamos começar um pouco antes da palestra em si. A hora de pegar taxi. Eu cheguei em São Paulo no mesmo dia da palestra. Cheguei no aeroporto de Guarulhos por volta das 10h da manhã, e peguei um taxi pra casa da minha tia, que mora lá. Na hora de descer, falei pro taxista que ia precisar de um taxi por volta das 14:30 porque tinha uma palestra agendada para as 15:30. Ele me falou que tudo bem, que poderia vir, mas que era para eu ligar para ele só para confirmar. Beleza. Anotei o celular dele e tudo mais e nem me preocupei. Daí que… Deu 14h e eu fui tentar ligar para ele, e adivinhem? O bendito (pra não falar outro nome) não atendia o telefone. Liguei várias e várias vezes, e nada. Deu 14:30 e eu entrei em desespero. Conheço bem o trânsito de São Paulo, e o GPS do meu celular me dizia que da casa da minha tia até o local da palestra eram 26 minutos. Sem trânsito. E é claro, eu queria chegar mais cedo, para dar uma boa aparência, é óbvio. Enfim, fiquei tão impaciente que desci na avenida pra ver se passava algum taxi. Esperei, esperei, e passou um. Mas ele estava com gente. Esperei mais um pouco e passou outro. Que também estava com gente. Mas dessa vez fui mais esperto. Anotei o número da central de taxi que estava marcado no taxi. Liguei, mas levei sorte. Enquanto falava com a menina da central, um taxi parou no semáforo bem na minha frente. Desliguei o telefone rapidamente e pulei pra dentro do taxi sem perder tempo. O taxista era bem simpático. O Sr. Valdomiro, um senhor que não falava a letra “R” nas palavras. Ele trocava elas pela letra “L” ou simplesmente engolia elas. Muito engraçado ele. Ele me levou à tempo pra palestra. Cheguei lá por volta das 15h. O portão ainda estava fechado, mas já tinha bastante gente esperando lá também. Estava friozinho e eu estava muito nervoso. A junção desses dois me rendeu uma baita tremedeira pelo corpo todo.
O portão abriu, e como eu estava próximo à entrada, fui um dos primeiros a entrar. Passamos pelo pessoal da STB, que no meu caso (por ser de outro estado e tudo mais), me deu a senha da entrevista e me indicou onde estaria sendo a palestra.
Segui por onde me indicaram. Eu estava bem nervoso, mas não consegui segurar o sorriso bobo quando vi isso:

Lindo né? O pessoal da STB realmente caprichou. E eu fiquei me sentindo super importante, porque deve ter dado o maior trabalhão pra fazer isso aí né!
A palestra foi maravilhosa. Muito diferente da primeira palestra, o inglês da palestrante, a Regina, era perfeito. Ela era brasileira, mas há 13 anos ela trabalha para a Disney, e morou nos EUA durante metade de sua vida. Muito simpática e engraçada. E uma ótima palestrante.
A maioria do conteúdo da palestra, eu já sabia. Ela explicou novamente sobre as roles, pagamentos, sobre as casas, e acrescentou coisas novas, que eu não sabia, como o trabalho voluntário, cursos disponíveis e tudo mais.
Conforme ela ia explicando, ela passava vídeos e me deixavam mais e mais louco de vontade de ir. Os vídeos mostraram as casas, os centros de estudos, explicaram a história de como surgiu o International Programs e tudo mais. Foi realmente amazing. Não posso por defeito nenhum. Amei a palestra.
Depois da palestra eu conheci o Lucas V. Lima. Mas a gente não conversou muito, porque ele teve que ir embora rápido. Depois que ele foi embora, eu pedi um taxi, enquanto esperava, adivinhem quem me liga? O bendito cara do taxi que não atendia o telefone. Fiquei morrendo de raiva, e rejeitei a ligação. Meu taxi chegou e eu fui embora. Depois veio o segundo dia:
A Entrevista
A minha entrevista foi marcada para às 11h da manhã do dia seguinte, então, acordei por volta das 8:30 e fiz tudo o que eu tinha que fazer (tomei banho, coloquei o terno, e tomei café da manhã…) e quando deu mais ou menos 9:50, liguei pra central de taxi. Eu deveria estar no local da entrevista no mínimo 15 minutos antes, por isso, já comecei a ficar preocupado por causa do horário. Pedi o taxi, mas ele não chegava nunca, e minha aflição aumentava a cada segundo. Deu 10:10 e eu não aguentei mais. Minha tia foi pedir para uma vizinha dela o número de um ponto de taxi que era ali perto. Não deu outra, pedi um taxi lá e cancelei no outro lugar. 5 minutos mais tarde o taxi estava buzinando na porta da casa da minha tia. Pulei dentro do carro com pressa e já fui logo falando o endereço. As entrevistas não estavam sendo feitas no mesmo lugar da palestra. Elas estavam sendo feitas em um hotel, que acredito eu que seja o hotel onde o pessoal da STB estava hospedado. Mas esse hotel não erra assim tão mais longe ou tão mais perto que a faculdade onde foi a palestra. Segundo o GPS do celular, eram 21 minutos de carro, sem trânsito. Mas a diferença é que era perto de uma das avenidas mais movimentadas de São Paulo, o que dificultaria pra quem quer chegar cedo.
Mas consegui chegar em cima da hora. Cheguei faltavam uns 10 minutos para as 11h. Fiz um “check in” com o pessoal da STB e logo fui chamado para esperar sentado na frente das salas onde estavam acontecendo as entrevistas.
Como na primeira entrevista, essa também foi feita em duplas. Dessa vez eu fiz com uma menina muito simpática chamada Paula, que estuda na UFSCAR.
Assim que entramos na sala, o Kevin (nosso entrevistador) nos deixou bem à vontade falando que o nervosismo era normal, mas para que não deixássemos ele nos atrapalhar (o que não adiantou muito no meu caso). As perguntas não foram muito diferentes da primeira etapa. Ele perguntou se tínhamos piercings ou tatuagens, se já tivemos experiências sozinhos, se teríamos problemas em conviver com diferentes pessoas de diferentes culturas, o que fazíamos de faculdade, perguntou pra mim porque eu tinha colocado Character Performer em primeira opção se não tinha muito a ver com o curso que eu estava fazendo (contabilidade), entre outras perguntas.
Particularmente, achei eu não fui tão bem quanto fui na primeira entrevista. Faltaram palavras, eu estava muito nervoso, meu coração queria pular pela minha boca, e minha mão tremia loucamente. Mas não deixei de colocar o sorriso no rosto. Ri até das piadinhas sem graças (que na hora eu achei engraçadas devido ao nervosismo), prestei a atenção em tudo o que a Paula dizia, gesticulei bastante durante os momentos em que falava, e coloquei bastante emoção naquilo que falava.
No final da entrevista, o Kevin pediu para me medir, pois eu não sabia informar qual era minha altura. E assim que ele me mediu, ele disse algo mais ou menos do tipo:
”Vou ver se existe alguma vaga disponível para você e entraremos em contado. Obrigado”
Mas ele disse de um jeito que parecia que eu já estivesse aprovado e que a única coisa que ele precisava ver era se tinham costumes disponíveis.
Acho que isso é um bom sinal, certo? Bom, mas não quero me precipitar antes da hora. Vamos aguardar os resultados né. E por falar em resultados, eles vão sair agora no dia 29. O horário eu não sei, mas segundo o pessoal da STB, dia 29 é dia 29 até meia-noite. (Tem que rir de nervoso pra não chorar né. hahahaha - como se quase morrer de ansiedade não bastasse D:) Então, me desejem toda a sorte do mundo. E seja o que Deus quiser. ;)